Divulgação. © Cartoon Network

O Cartoon Network divulgou hoje uma prévia dublada em português de As Meninas Superpoderosas: O Poder das Quatro, especial em 5 episódios onde será apresentada Estrelinha (Bliss), a polêmica 4ª integrante do grupo que deu muito o que falar entre os fãs da série. Assista ao vídeo:

A princípio, Estrelinha foi criada para ser uma amiga imaginária de Lindinha, mas acabou se tornando uma versão anterior do experimento da “menina perfeita” realizado pelo Professor Utônio. Durante uma explosão induzida, ela desaparece, e o professor acreditava que nunca mais voltaria a vê-la. Estrelinha possui todas as qualidades das irmãs, além de diversos poderes. Ao retornar para a cidade, vai ajudá-las a derrotar os vilões.

As Meninas Superpoderosas: O Poder das Quatro vai ao ar no dia 19 de outubro, às 19h30.

  • Noir Fleurir

    Só esperando os comentários da galera do “não sou preconceituoso(a), mas tinham mesmo que aparecer outras etnias/religiões/orientações se@#$ num programa de TV? Que lixo este novo mundo onde querem mostrar tudo que não me acostumei a ver!”

    • Na verdade, isso continua sendo uma péssima ideia. Não é nem questão de diversidade

      • pg

        o problema é que tá muito na cara que essa personagem foi criada no desespero para atrair público.Problema é que não é uma personagem nova que vai salvar essa versão tão fuleirinha das Meninas…

      • Noir Fleurir

        Eu também acho, porém não foi esse o motivo que vi em comentários anteriores sobre a nova personagem.

    • Eduardo Oliveira

      Entenda que o problema não é a diversidade étnica em si, mas sim a forma como eles forçam isso pra existir uma tolerância forçada no público, existem obras hoje em dia que fazem bem essa reflexão da aceitação as concideradas minorias, Geralt de The Witcher sai pegando qualquer um no game e isso dentro do contexto da história faz sentido, GOT tbm faz isso muito bem sem ser forçado e tbm contextualiza com a situação que a história da série e dos livros tenta passar, se o problema fosse de fato o preconceito de algumas pessoas Orange is the New Black da Netflix não seria tão aceita quanto é e conseguir tratar de assuntos como racismo, homosexualidade de uma forma tão coesa e bem feita.

    • Zarchary Hale

      O grande problema que está na porta é que sua maçaneta faz o trabalho correto mas sua tranca não consegue acompanhar o encaixe sem força-la

    • Luana Lordelo

      Também acho sem sentido a forma como as pessoas tratam um personagem por ter algo que ´´não estão acostumados a ver´´, mas no caso dela foi uma coisa forçada e com um propósito.
      Se tratando de uma quarta integrante de um grupo que sempre foi um trio, escolheram colocá-la como negra porque assim quem reclamasse estaria reclamando não necessariamente da personagem, mas sim de sua pele. E como ocorre com muitos shows, lançaram logo uma linha de roupas e outros acessórios (e a personagem havia acabado de ser apresentada), para que as pessoas achassem que era uma ideia de representatividade, mas na verdade era só algo para atrair mais telespectadores.
      Estamos precisando de séries e desenhos animados que tratem a diversidade como algo normal, e não como algo que venda mais produtos.

  • Kaio

    Esse cabelo azul? Tinha outras opções, nas originais as cores fazem sentido.

  • Rem

    Fiquei esperando ver mais dela na previa,vou primeiro ver quando lançar pra depois julgar se e uma boa adição ou não.

  • Claudio Freire

    politicamente correto ate aqui pqp…

  • Just a…

    Sinto falta da dublagem clássica, mas até que não tá ruim.
    Pegando essa onda de ter novos episódios de desenhos clássicos, poderiam voltar com Coragem o cão covarde e Johnny Bravo, se bem que o politicamente correto dos dias atuais talvez mudaria algumas características que as séries tinham.

  • v

    adorei parece que no brasil ela foi bem aceita ainda bem porque ela e incrivel e uma otima ideia e coloca um nova superpoderosa