Divulgação.

A Warner Bros do Japão divulgou o primeiro teaser trailer do filme em live-action de Bleach. Assista:

Bleach chega aos cinemas japoneses em 2018.

  • Skull Ghoul

    Tomara que nao estraguem a serie com essa live action, ja basta Tite Kubo ter feito o pior final de manga se todos os tempos kkk

    • Alice

      Ele estava bastante doente e talvez ainda esteja. Não fale assim. Pode ter certeza que na maioria das vezes a culpa é da própria editora que pressiona ao extremo o mangaká e o editor do mesmo, a qual ele é subordinado.

      • Luiz Carlos

        Isso mesmo Alice. Afinal de contas, críticar é fácil, difícil mesmo é saber o que se passa no cotidiano da pessoa.

      • Raimundo Dantas

        Ele disse que tinha um final já com as ideias num caderno e perdeu. Não acho que foi a doença. :v

        E pq não terceirizou para algm desenhar, por exemplo e ele ficava só com o roteiro? pq é tenso mesmo vc bolar a ideia e tentar reproduzir,

        • Tulius Alves

          É curioso, mas passar a mão na cabeça do Tite kubo não ajuda. Naruto,DB,Yuyu…enfim, um monte de séries foram perdendo qualidade com o tempo devido ao sistema de lançamento que prejudica os autores.
          Porém só Tite Kubo merece ser “especial”, sendo que o problema de Bleach começou desde a saga arrancar, onde no decorrer dela a historia foi ficando mais furada e consequentemente a partir dali Bleach foi perdendo popularidade no japão.

          Então não dá mais para “tapar o sol com a peneira”.

  • Thiago Cruz

    Esperando ansiosamente… se tiver “Asterisk” já vale o ingresso!

  • LelixScarlet

    Bom assim posso dizer, vamos ver mais qnd tiver o trailer oficial…

  • Luiz Carlos

    Espero que saia o trailer logo! *-*

  • Alice

    Queria que em um dia não muito distante ( mas com certeza será) , filmes baseados em animes e mangás ou outra mídia oriental tivessem o mesmo investimento que os filmes de super heróis do ocidente. As estórias da ásia, na minha visão, são superiores às do titio sam. Faltava apenas $$$ e bom senso.

    • Luiz Carlos

      Concordo plenamente.

    • Tyrion Lannister

      Quer dizer bom senso no enredo, o que falta tanto no oriente quanto no ocidente.

      E “estória” é uma palavra já chutada do dicionário português, isso revela vossa idade. Era um neologismo e uma tradução da palavra story, que nos EUA se difere de history.

      Mas em português, “história” sempre valeu tanto para realidade quanto para ficção.

      Isso mostra como vossa pessoa ainda é influenciada pelo Tio Sam sem nem saber.

      • Just_an_Asian_guy

        Olha o professor pasquale atacando kkkkk

      • Alice

        É sempre bom estudarmos algo antes de atacar alguém de forma desnecessária. Levando em conta literalmente o teu comentário, eu deveria ter nascido no início do século 20 ou ainda no século XIII. Seria legal, né?!. Não irei discutir idade pq isso é tão bobo, mas adoraria ser muito mais velha. A palavra estória foi proposta em 1919 no Brasil por João Ribeiro, mas não se consolidou culturalmente transformando-se em “Brasileirismo”. É um termo coloquial, desnecessário, porém não está em desuso em conversas e em textos informais. E quanto à cultura americana, é lógico que todos os brasileiros, com algumas exceções, são influenciados pelos hábitos e língua dos norte- americanos. A humanidade é uma só!

    • Just_an_Asian_guy

      Mas o investimento que rola é condizente. Assim como o investimento que rola no ocidente.
      Esse ano lançou o live action de “I am a Hero”, que é um puta mangá, que resultou em um puta filme. A temática gira em torno de zumbis e de como um protagonista que não se encaixava de maneira alguma no dia a dia mundano, conseguiu encontrar o seu lugar após o fim daquele mesmo dia a dia que o oprimia. A ideia é legal e foi bem executada.
      E por ser mais “Real”, um investimento mais modesto conseguiu resultar em algo legal.
      Agora, acertar nos filmes mais fantasiosos e/ou extremamente cartunescos como “Assassination Classroom”, “Shingeki no Kyoujin” ou “Bleach”, é muito mais difícil. Requer mais investimento, ou seja, mais gastos. E as empresas japonesas não querem isso. O foco deles é o mercado local, e o mercado local vai comprar de todo jeito. E mesmo desconsiderando as compras, não tem tanto problema. O que eles querem mesmo é alavancar lucro o suficiente pra o mangá/anime vender mais, e isso vai vir naturalmente com o Marketing do filme.
      Se focar em gastar muito pra vender mais no ocidente, onde o cinema e os costumes são diferentes, é loucura. Vão gastar muito pra receber pouco.
      Se os filmes americanos fossem feitos pra alavancar outros produtos do mercado interno e a bilheteria tivesse bem menos importância, com certeza teríamos investimentos bem menores nos filmes. Cada lugar investe da maneira que é melhor para seus negócios.

      • MrM

        Concordo que o foco do Japão, infelizmente, é a Ásia, porém, já sabem que a América Latina consome live-actions e outros produtos derivados de mangá, anime e até tokusatsu. A prova disso são os filmes que estão sendo exibidos no México. Os caras não ficaram sem um longa japonês no cinema desde que 2017 começou, seja esse longa um blockbuster baseado em cultura pop, seja uma animação ou um filme de arte.
        No Brasil, o problema maior é a pirataria e a receptividade do público. Muitos que já conseguiram ter acesso ao material clandestino preferem não prestigiar o original quando uma distribuidora consegue os direitos dele. Para lucrar, a distribuidora acaba atirando para todos os lados em desespero. Se não for viável, acontece o pior e ela desiste dos direitos. Aí, neste caso, chove reclamação.
        O Japão tem conseguido levar seus filmes (não somente blockbusters) para alguns países da Europa, o México, conforme já mencionei, e até mesmo os EUA.
        Aqui, devemos torcer para a Sato Company, Imovision e Fundação Japão, que são as únicas distribuidoras interessadas em filmes japoneses.

        • Just_an_Asian_guy

          Rapaz, to achando a sua visão beemmmm otimista. Se for como você diz, então o estrangeiro é importante pros lucros japoneses, mas veja bem, os números dizem o contrário. Já ouvisse falar de kimi no na wa.(your name.)? Foi um filme que quebrou recordes no japão e arrecadou uma grana GROSSA no país, além de ter quebrado recordes fora do país também. Mas veja os números aqui: http://www.boxofficemojo.com/movies/?page=intl&id=yourname.htm

          O mercado fora da ásia teve uma influência quase que nula na arrecadação, e isso não é diferente para as outras produções nipônicas. Para nós, ocidentais, o progresso dessa mídia no nosso país realmente faz soar que está ocorrendo um crescimento, mas esse crescimento corresponde a menos de 0.5% do lucro da bilheteria deles. Se somarmos TODA a arrecadação fora da ásia, da menos de 0.5% da arrecadação. Percebe pq faz mais sentido os japoneses cagarem pra nós?

        • Just_an_Asian_guy

          E esse daí é um Blockbuster, e um dos filmes que mais arrecadou no ano passado. Imagina um filminho qualquer?

  • Caio Martins II

    caracas ta com cara que esse filme vai ser demais igual foi os 3 filmes de samurai x , tomara que estreie no cinema brasileiro ou na netflix.

    • Luiz Carlos

      Vamos torcer por isso!

  • toygame lan

    achei mais ou menos

  • Felipe K7M

    Não dá pra dizer muito

  • Mishiyaera Ruvuesu

    A Musica alguém sabe o nome

  • Tulius Alves

    Haha,isso não é desculpa. Alias esse negócio de “doente” sempre é algo questionável. Mesmo assim vamos levantar uns pontos:
    -Mangakás não desenham sozinhos.
    -Escrever o enredo em um papel é sempre uma opção válida.
    Ta com a mão dodói? arruma um gravador ou dita enquanto alguém escreve.

    Kubo não é mais vítima que ninguém, alias…vale lembrar que existem mangakás doentes…mas eles não deixam de trabalhar mesmo que mude a forma de lançamento. Isso não deveria ser novidade para ninguém.

    • Just_an_Asian_guy

      Achei que o “doente fazia uns 13 anos” seria o suficiente pra deixar a ironia clara kkk

      • Tulius Alves

        Desculpe…é que as vezes eu acho curioso algumas pessoas falarem como se ele fosse uma vítima, sendo que apesar do mercado…ele não é uma criança e nem o único nessa situação.
        De qualquer forma…foi mau por não entender.